14 outubro, 2019

O amor não termina, ganha outros formatos

Não importa onde tu estejas, com quem tu andes ou com quem tu durmas... a dor e o vazio serão teus féis companheiros. Pois eles são doenças que remédio algum cura. Vão connosco para toda parte, e é como se de forma inconsciente expandíssemos um pouco destes malditos.  Contaminamos os que nos abraçam com ternura, expulsamos os que nos beijam com fervura e transmitimos as nossas angústias e feridas àqueles que só nos querem curar... A dor que nos causaram nós causamos a outros seres inocentes e assim começamos um ciclo infindável de vazios. 
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11 outubro, 2019

Uma carta aberta à insegurança

Ela sempre desejou que eu tivesse morrido. Não suportava ver-me renascer depois de cada facada que me dava. Não suportava ver o meu sorriso de glória, após vencer mais uma batalha e encontrar luz em meio a escuridão. Ela, a insegurança, sentia prazer em ver-me chorar, pois alimentava-se com as minhas lágrimas e dançava sobre o meu corpo cansado. Ria-se dos meus medos, colocava defeitos no meu corpo, confundia os caminhos do meu rosto. Por pouco cedi, muitas vezes cai e acreditei nas mentiras que ela me contava sobre mim... já me vi feia, gorda, inútil, algumas vezes magra demais. Já deixei de comer para perder quilos e meses depois comi em excesso para preencher o vazio que ela me causava. Sentia-me seca, como se dentro de mim habitasse um vácuo infinito onde eu me perdia vezes sem conta.
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10 outubro, 2019

Eu não te curei

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Calma, eu não te desejo mal algum. Não acho que sejas um cão, nojento, mal carácter. Pelo contrário, desejo-te uma vida de aprendizado e, por incrível que pareça, ainda te considero um ‘’homenzão da porra’’ como se diz por ai... Tens um coração puro, uma determinação sem limites, um mente invejável, um potencial tão grande para fazer coisas incríveis e realizar sonhos impensáveis... Mas o que tens de bom também tens de mau, e eu não te culpo por isso. Tu és apenas uma vítima desse mundo, trouxeste contigo feridas antigas, dores tão profundas e... eu não fui capaz de te curar. E olha que não foi falta de vontade, eu tentei até não ter mais forças... dei-te o meu melhor, amei-te, compreendi-te, abracei-te até quando tu me rejeitaste, cuidei dos teus ferimentos, limpei as tuas lágrimas, vi-te no teu pior e ainda assim eras a melhor parte de mim. Dei-te tudo que tinha, mas isso não foi suficiente para que deixasses de lado o teu egoísmo, esse ego inflado, essa sede insaciável de provar todas as mulheres do mundo, essa cegueira que te impedia de ver a mulher incrível que tinhas ao lado.  
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09 outubro, 2019

Esquece os feeds e filtros

Algumas vezes olhamos a nossa volta e parece que todos estão mais felizes, mais bonitas, mais saudáveis e realizados. Parece que o mundo todo tomou um rumo e nós ficamos para trás… olhamos para o lado e vemos a relva do vizinho mais verde do que a nossa, abrimos as redes sociais e vemos sorrisos largos, sonhos realizados, amores que deram certo e diplomas conquistados. Nós, vestidos com roupas velhas, sentados no sofá da sala, apreciamos tudo isso e, inevitavelmente, surgem as cobranças e os questionamentos. Será que sou o único que não encontra um amor? Será que sou o único que não tem um negócio? Será que sou o único que ainda não descobriu o seu propósito? Será que sou o único que não consegue ir ao ginásio com frequência? E a universidade? Quando é que termina este castigo? Será que sou o único num emprego que não gosta? Será que sou o único que não tem a pele perfeita? Juro que me faço, quase sempre, esta última pergunta. Estamos expostos a tanta informação que nos esquecemos de olhar para a nossa relva e cuidar da nossa vida. Entre actualizações de feeds e sei lá quantos feeds, tornou-se mais confortável olhar para a vida do outro e fingir demência quando se trata de tomar atitudes em prol do nosso desenvolvimento pessoal. Sentados no sofá com as nossas roupas velhas, esquecemos que as pessoas que admiramos também são como nós. Aquela modelo também tem inseguranças, aquele empreendedor gasta mais do que ganha, aquela moça com corpão também come hamburger, aquela escritora não lida assim tão bem com todas as suas emoções. No fundo, somos todos iguais com fotografias e narrativas diferentes nas redes sociais.
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09 abril, 2019

''aLgOaDiZeR'' de Ivan Caupers, O e-book que vai mudar a tua vida

Apesar das nossas diferenças, todos temos algo em comum. Algo que pertence a cada um de nós, é poderoso e ninguém nos pode roubar. Sabes o que é? Sim. Todos temos uma VOZ!
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19 março, 2019

Ao meu Ex-amor

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