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Calma, eu não te desejo mal algum. Não acho que sejas um cão, nojento, mal carácter. Pelo contrário, desejo-te uma vida de aprendizado e, por incrível que pareça, ainda te considero um ‘’homenzão da porra’’ como se diz por ai... Tens um coração puro, uma determinação sem limites, um mente invejável, um potencial tão grande para fazer coisas incríveis e realizar sonhos impensáveis... Mas o que tens de bom também tens de mau, e eu não te culpo por isso. Tu és apenas uma vítima desse mundo, trouxeste contigo feridas antigas, dores tão profundas e... eu não fui capaz de te curar. E olha que não foi falta de vontade, eu tentei até não ter mais forças... dei-te o meu melhor, amei-te, compreendi-te, abracei-te até quando tu me rejeitaste, cuidei dos teus ferimentos, limpei as tuas lágrimas, vi-te no teu pior e ainda assim eras a melhor parte de mim. Dei-te tudo que tinha, mas isso não foi suficiente para que deixasses de lado o teu egoísmo, esse ego inflado, essa sede insaciável de provar todas as mulheres do mundo, essa cegueira que te impedia de ver a mulher incrível que tinhas ao lado.
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